Fantasma Especial nº 8 (Globo) foi publicada em fevereiro de 1987, com 68 páginas em formatinho, colorido, lombada com grampos e preço de capa Cz$ 12,00. O título Fantasma Especial (1987-1989, Globo), com apenas 30 edições publicadas, foi licenciado junto ao King Features Syndicate e começa sua numeração de capa pelo número 8, pois continuou de onde parou (no número 7) o título da Rio Gráfica Editora: Fantasma Especial (1983-1986, RGE).
Essa edição nº 8 traz duas histórias, a primeira é entitulada “O Anel”, com roteiro de Ulf Granberg e desenho de Jaime Vallvé, foi publicada originalmente em Fantomen 629 (1977, Semic Press). A segunda história dessa edição é entitulada “A Planta da Lua”, com roteiro de Donne Avenell e desenho de Özcan Eralp.
Na capa de Fantasma Especial nº 33 (março de 1989), o uniforme do Fantasma aperece com sua cor original (roxa), fato que ficou marcante desde 1987 por causa do desenho animado Defensores Da Terra (Defenders of the Earth, 1986), que passava no SBT, dentro do Show Maravilha.
Fantasma (The Phantom, 1936-2006) é uma tira de jornal criada por Lee Falk (também criador do Mandrake), contando as aventuras de um combatente do crime nas florestas de Bangalla, mascarado e usando uma roupa característica. Falk trabalhou na tira até sua morte em 1999.
Na tira, o marinheiro britânico Christopher Walker é o vigésimo primeiro Fantasma em uma linha de combatentes do crime que começou em 1536. Esse legado desde então é passado de pai para filho. Christopher Walker é casado com Diana Palmer e têm dois filhos, Kit e Heloise. Ele tem um lobo treinado, chamado Capeto, e um cavalo chamado Herói. Como os Fantasmas anteriores, ele vive na antiga caverna do crânio.
O Fantasma foi o primeiro herói fictício a vestir um traje colante que se tornou uma marca registrada dos super-heróis de histórias em quadrinhos, e foi a primeira série a mostrar uma máscara sem pupilas visíveis (outro padrão de super-heróis).
No Brasil, o personagem é publicado a partir da década de 1940 nas páginas de O Globo Juvenil (1937-1952, O Globo) e em O Gibi (1939-1950, O Globo), quando então era chamado de Fantasma Voador. Com Fantasma Magazine (1953-1986, RGE), a revista do Fantasma se tornou popular e eram compostas de edições de tiras diárias e dominicais.
A RGE publicou vários títulos do fantasma entre as décadas de 50 e 80 chegando à impressionante marca de 371 edições da revista “Fantasma”, além de diversas Edições Especiais, Almanaques, Superalmanaques e Hiperalmanaques. Com certeza essa foi a fase mais produtiva do personagem no Brasil.



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